estrada / Foto: Glen Allison

Profissionais da dança comemoram mais uma conquista

A dança conquistou nesta quarta-feira (15/07) mais uma vitória na briga contra a fiscalização dos profissionais da área pelos Conselhos Regionais de Educação Física. Foi aprovado, por unanimidade, na Comissão de Educação e Cultura (CEC) da Câmara dos Deputados, o projeto de lei 1.371/07, da deputada Alice Portugal (PCdoB/BA). O texto determina que “não estão sujeitos à fiscalização dos Conselhos Regionais de Educação Física os profissionais de dança, artes marciais e ioga, capoeira e método pilates, seus instrutores, professores e academias”. Agora, o projeto segue para votação na Comissão de Turismo e Desporto (leia mais aqui).

“Esse projeto de lei é apenas uma defesa. Sabemos que a dança não está inserida na legislação do Conselho Federal de Educação Física (Confef), mas precisamos nos resguardar das ingerências que estão sendo cometidas”, explica Rosa Coimbra, diretora do Fórum Nacional de Dança.

Por ingerências Rosa se refere à fiscalização de academias de dança, que vêm sendo visitadas regularmente por profissionais dos Conselhos Regionais de Educação Física. Eles exigiriam a formação em licenciatura para o exercício profissional. “O Confef se apoia numa resolução interna para realizar essa fiscalização. O ensino formal exige licenciatura mas, para dar aulas no ensino informal, há outras formas de comprovar experiência. Aconselho a quem se sentir coagido que procure o Ministério Público. Não temos nada contra os profissionais de educação física, apenas contra essa prática dos conselhos regionais, que querem garantir reserva de mercado”, protesta Rosa.

Na outra ponta da discussão, o Confef garante que não há polêmica alguma. E explica a questão. “Para nós não existe polêmica. A dança coreográfica não tem nada a ver conosco”, afirma o presidente do Conselho, Jorge Steinhilber. “Na década de 80, houve uma explosão da prática de exercícios físicos no Brasil e muitos lugares criaram atividades para além da ginástica. O que fiscalizamos são essas práticas, que se escondem atrás do termo dança para promover condicionamento físico”, completa.

Ele ressalta que a categoria dos profissionais de dança possui sua própria legislação, a Lei 6533/78, que regulamenta as profissões de Artistas e de técnico em Espetáculos de Diversões. “A questão vai além do profissional de dança. Quem não tem licenciatura não pode dar aulas em escola, pois não tem formação para tal, seja da área de dança ou de educação física”, explica Steinhilber.

A polêmica se arrasta há tanto tempo que, há cerca de um ano, a questão chegou ao Ministério do Esporte, que criou uma Comissão Especial para discutir se dança, ioga, capoeira, artes marciais e pilates são modalidades esportivas ou não. “A discussão é para delimitar o que é esporte e o que não é. Nosso objetivo é acabar com os conflitos”, garante Steinhilber. Para a comunidade de dança, no entanto, a criação da comissão não é um fato tão simples assim… “Quando soube da criação da Comissão Especial, entrei em contato com o seu presidente, Júlio Filgueira, para dizer que essa discussão não tinha respaldo da comunidade de dança. Estamos aguardando uma reunião com o ministro do Esporte para um diálogo aberto, não queremos comissão, o foco está equivocado”, anuncia Rosa.

Leia também: Ministério do Esporte tem comissão para discutir polêmica com área de Educação Física

Audiência setorial no Ministério do Esporte deverá acontecer em agosto

20 Comments

  1. Luuuciana de Medeiros
    15 de julho de 2009 at 22:10 · Responder

    Acho importante destacar que essa conquista também será comemorada por muitos profissionais da Educação Física.
     
    A luta contra a regulamentação da profissão de educação física é tão antiga quanto a própria lei 9696/98 que instituiu o sistema CREF/CONFEF, estando organizada no Movimento Nacional Contra a Regulamentação da Profissão (http://mncref.sites.uol.com.br/). Um dos pontos mais combatidos pelos profissionais de educação física sempre foi a inconstitucionalidade da lei ao querer incluir em sua alçada de fiscalização e regulamentação a dança, as artes marciais, yoga, pilates. Basta conferir os PL 1371/2007, PL 1607/2007, PL 7054/2006. Assim como a recomendação de 2001 do MP/DF contra persuação ilegítima do CREF/CONFEF sobre as academias e professores de artes marciais e dança (http://www.caef.cds.ufsc.br/exneef/band/reg/mpdf.pdf), entre outros documentos e textos.
     
    A batalha contra o sitema CREF/CONFEF vem de longa data, é bom saber que a categoria de profissionais da Dança estão organizados e agora são parceiros de luta! Por isso é importante que esse espaço não seja somente de discussão sobre as diferenças e aproximações entre essas duas áreas do conhecimento humano, e muito menos quem quer roubar campo de trabalho de quem.
     
    Precisamos nos organizar, em conjunto, pois a mais de 10 anos o CONFEF vem agindo “às escondidas” para aumentar seu poder. Assim como fez nesse caso, e quando são “descobertos” dão desculpas rasas e contraditórias como essa do Senhor Jorge Steinhilber (que aliás é presidente do conselho nesses 10 anos de existência). Para fiscalizar quem se “esconde atrás do termo dança” criam um projeto de lei e fiscalizam quem protagoniza a dança??? Humm, espertos não?!
     
    Sobre a sua outra declaração de que sem licenciatura ninguém pode dar aulas na escola, só quero lembrar a ele e levar a conhecimento dos demais que o sistema CREF/CONFEF não fiscaliza a atuação do profissional de Educação Física dentro das escolas, é inconstitucional, existem órgãos específicos para essa função. Essa é mais uma ambição do Conselho, que uma vez fiscalizando as escolas aumentará o número de profissionais de ed. física que precisarão ter suas carteirinhas de registro profissional e que pagarão a anuidade do querido e já riquíssimo Conselho.
     
     
    Mais uma vitória! Parabéns aos profissionais da Dança. A luta continua, e segue passeio…
     
    Luciana de Medeiros
    professora de educação física da SME – GO
    dançarina/pesquisadora do ¿por quá? – grupo experimental de dança
    pesquisadora do CORPIM – coletivo de pesquisa em identidade e movimento / CNPq

  2. Adilvani Araújo da Silva
    17 de julho de 2009 at 11:13 · Responder

    Gostaria muito de passar a receber todas as informações possiveis referentes á minha profissão.Sou Licenciada em Dança pela UFBA,Instrutora de Pilates e aluna do Mestrado em Dança(UFBA).Desde já agradeço.
                       Adilvani Silva

    • 17 de julho de 2009 at 13:02 · Responder

      Olá Adilvani,

      Ficamos felizes com seu interesse! Seu email já foi incluído na nossa newsletter. Assim você receberá todas as novidades do idança.

      Abraços,
      equipe idança

    • Danielle Bittencourt
      30 de junho de 2015 at 11:54 · Responder

      Olá Adilvani, sou solidária ao seu posicionamento… Também sou Licenciada e Bacharel em Dança. Também fiz mestrado… estou no doutorado agora…

      Dê uma olhada na carta que enviei aos autores de um famoso (e ruidoso) artigo da revista Movimento da UFRGS…
      Abraços…

      “Bom dia colegas Prof. Dr. Marco Antonio Bettine de Almeida, Prof. Dr. Paulo César Montagner e Prof. Dr. Gustavo Luis Gutierrez

      Meu nome é Danielle Bittencourt, sou de Mogi das Cruzes (SP) e acabo de ler, com atenção, o artigo escrito por vocês “A inserção da regulamentação da profissão na área de Educação Física, dez anos depois: embates, debates e perspectivas” para a revista “Movimento” da UFRGS.

      Gostaria que, por gentileza, se posicionassem em relação ao meu caso ante a legislação brasileira, para a regulamentação e fiscalização de meu exercício profissional. Eis minha formação, em resumo:

      – Sou bailarina clássica formada inicialmente no método russo Vaganova (8 séries de estudo concluídas) e posteriormente pela Royal Academy of Dance (concluí 7 dos 11 exames internacionais com distinção para a formação como bailarina; concluirei as 4 séries restantes nos próximos 2 anos);

      – Tenho o registro profissional de artista como bailarina na DRT – SP;

      – Sou Licenciada e Bacharel em Dança (graduação em Dança), curso no qual estudei, além de todas as disciplinas específicas da dança, todas as bases teóricas e práticas para a completa compreensão do movimento humano: Morfologia humana I e II, Fisiologia I e II, Cinesiologia , Biomecânica… a carga horária de disciplinas teóricas que diretamente tratavam do corpo humano era bem extensa: 480 h do curso de graduação. Fiz estágio da licenciatura em escola da rede estadual (EEPSG Prof. João Batista Julião, na Vila Mariana, São Paulo – SP) e do bacharelado em companhia de dança (Cia Nova Dança/Estúdio Nova Dança, Bexiga, São Paulo – SP).

      – Cursei Mestrado em Artes com habilitação em Artes Corporais na Unicamp, onde fiquei até terminar todos os créditos e ser aprovada na banca de qualificação (fui orientanda do Prof. Dr. Eusébio Lôbo da Silva, no IA/Unicamp).

      – Sou Mestre em Engenharia Biomédica na área de Controle Motor e análise Biomecânica (orientanda do Prof. Dr. Daniel Gustavo Goroso e fui membro integrante do Laboratório de Controle Motor – LaCoM). Busquei esta formação para aprofundar conhecimentos na área de Controle Motor e Biomecânica.

      -Conclui uma especialização no Ensino e Pesquisa em Dança Clássica pela Royal Academy of Dance, validada pela University of Surrey (UK), título que permitiu meu ingresso na Academy como Registered Teacher, podendo atuar como professora de ballet clássico em mais de 79 países pela RAD.

      – Estou em fase final do Doutorado em Engenharia Biomédica, pesquisando de modo independente. Concluí todos os créditos do programa de doutorado na instituição e, atualmente, pesquiso os mecanismos de prevenção de lesões por estresse repetitivo em bailarinos de elite por meio da análise dos materiais utilizados nos pisos das salas de ensaio/aula (engenharia/técnica de movimentação/dança).

      – Também estou em fase de conclusão do curso de Licenciatura em Pedagogia (Pedagogia para Licenciados) na Uninove, curso que busquei para aprofundar os conhecimentos na área de docência.

      – Sou professora na Universidade de Mogi das Cruzes desde 2004, atuando nas disciplinas “Atividades rítmicas e dança” e “Bioestatística”.

      Gostaria muito de uma resposta elucidativa dos colegas sobre onde me encaixo na legislação atual, tendo em vista que estudei aprofundadamente em minha área de atuação profissional tanto pelo viés das ciências Humanas e das Artes, das Ciências da Saúde e das Ciências Exatas.

      Obrigada… aguardo uma resposta vinda dos colegas…
      Profª Ms. Danielle Bittencourt, RAD RTS”

  3. 19 de julho de 2009 at 19:31 · Responder

    Fico feliz com nossa conquista. Deveremos, agora, avançar…

  4. MONICA MESQUITA
    20 de julho de 2009 at 18:30 · Responder

    Olá

    Sou graduanda em teatro, pesquiso, atuo e tenho formação nas áreas de cinema e dança-teatro.
    Para mim essa foi uma grande vitória da Dança.

    No dia da votação eu pessoalmente enviei emails para todos os deputados da Câmara falando da importância da aprovação do Projeto de lei 1.371/07, descrevi parte da minha pesquisa sobre a tentativa de apropriação do mercado profissional de artes cênicas (dança, tearo e circo) pela área da educação física.

    A aprovação do Projeto de Lei 1.371/07 é importantíssimo, não só para os profissionais de dança, mas para todos os artistas e profissionais da área de artes cênicas como do teatro e circo que também já vêm sofrendo intervenções de arbitrariedades da educação física e seus conselhos, conforme investigo na minha pesquisa.

    Essa questão tem que ser resolvida de uma vez por todas. Tem que ficar agora bem claro na prática e ser respeitado principalmente dentro das escolas que profissional de educação física não é professor de dança. Que curso de educação física não forma artista ou professor de arte para trabalhar com arte cênica (dança, teatro e circo).

    Não desmerecendo ou desqualificando a importancia de um profissional de Educação física. Mas sua intencionalidade sobre o corpo é outra  que não é artistica.
    Enfim, como foi colocado pela Luzia, agora é avançar…

    Precisamos de mais Universidades de Dança. Parece absurdo mas aqui em Minas por exemplo só tem o curso de graduação em dança, da Universidade Federal de Viçosa e previsão de implantação na UFMG em 2010. Ainda acho muito pouco para suprir o mercado, principalmente com relação às licenciaturas.

    Por  enquanto é isso, parabém a todos os profissionais de dança pela conquista. Mas isso é só o começo.
    Abraços a todos
    Mônica Mesquita

  5. 20 de julho de 2009 at 19:34 · Responder

    Uma conquista mais do que esperada!!! Viva a dança…

  6. Carlo Almeida
    21 de julho de 2009 at 12:57 · Responder

    Mônica, minha querida.
    Acho que vc não precisa se justificar tanto. Isso acaba abaixando seu discurso. Sempre se colocar a frente de opiniões, sei lá.
    Com suas leituras, creio que se afunilar mais seu discurso, todos nós ganharemos com ele, não acha?
    Muito descritivo. Todos que acompanham este maravilhoso sítio já sabe o que vc faz, meu amor.

    Esta “Briga” que estamos vendo entre dança e Ed. Física é saudável no ponto de vista do amadurecimento de todos nós da DANÇA. Digo dança e não Artes Cênicas que é outra discussão que tem que ser vista.

    Algumas disciplinas, cursos, passaram por este caminho para se solidificar.Então é normal. Só temos que lutar unidos e de forma sensata.

    Grande abraço

    Grato
    Carlos Almeida.
    SP

  7. Hélvia Décia Chein Vidigal
    27 de agosto de 2009 at 12:12 · Responder

    Nossa! Que grande vitória é esta. Sou bailarina formada pela Fundação Clóvis Salgado desde 1989, quando formou a primeira turma do profissionalizante de dança, ligado a secretária de Educação e Cultura do Estado. Fui aluna de grandes nomes na dança mineira, e deste então, atuo como professora de ballet  e dança na área da educação. Sendo graduada em psicologia e pós graduada em psicopedagogia e atuando como os meus conhecimentos na área da dança, sempre achei um absurto a arbitrariedade da Educação Fisica. Perdi um trabalho por não ser filiada ao crefi, Pois sempre achei uma absurdo.
    Seja benvinda a graduação em 2010. Parabéns nós, profissionais da dança.

  8. dayane
    11 de março de 2010 at 18:06 · Responder

    como fiscalizar se uma pessoa tem curso superior em dança ? TEM GENTE USANDO O DRT COMO SE FOSSE O REGISTRO DO CONSELHO DE DANÇA  A NÍVEL SUPERIOR E ENGANANDO OS LEIGOS, INCLUSIVE EM SITES :EX :FORMADO EM DANÇA(DRT ….)

  9. junior andrade
    16 de março de 2010 at 10:54 · Responder

    As artes marciais sempre existiram e as entidades que sempre as fiscalizaram foram as suas confederações e federações. Artes marciais fazem parte da cultura de muitos povos e são ensinadas de geração e geração pelos mestres e professores. Ninguém se forma em artes marciais em Faculdade, portanto é no mínimo ilegitimo uma entidade que deve fiscalizar os formados em ed. física, ficar constrangendo e perseguindo os profissionais de artes marciais.Para se formar em medicina, engenharia, direito e etc é preciso uma faculdade ou universsidade, porem não é o caso das artes marciais. Repito, é ilegítimo essa situação. Alguns professores mau informados estão caindo no canto da sereia do CREF achando que fazendo o curso de provisionado estão livrando suas peles. Na nossa história, nunca, em lugar nenhum do mundo para se tornar professor de artes marciais a pessoa tenha que ser obrigado a fazer ed. física. Fazer Ed. Fisica é uma opção e não uma obrigação. As Artes Marciais tem que se unir antes que seja tarde e o nosso futuro como profissionais esteja em perigo. ÚNIVOS.

  10. Eliaber Souza
    4 de maio de 2010 at 14:45 · Responder

    Oi sou profissional da Danca do Ventre e nao tenho cref.É obrigatorio ter um sendo que tem profissionais que dancam comigo e trabalham no meu studioe tem o DRT.Gostaria de receber sugestoes no email e oq fazer.

    • 5 de maio de 2010 at 14:08 · Responder

      Olá Eliaber,

      A questão da fiscalização dos profissionais de dança – se deve ser feita pelos CREFs ou não – ainda é uma polêmica que está tramitando em Brasília. Acreditamos que para tirar sua dúvida seja melhor entrar em contato com o Sindicato dos Profissionais de Dança da sua cidade (ou do seu estado). No Rio de Janeiro os contatos são os seguintes: http://www.spdrj.com.br/. Telefones: (21) 2531-7541 ou 2224-5913.

      Um abraço,
      equipe idança

  11. ana
    1 de junho de 2010 at 16:22 · Responder

    Sou bailarina, bacharel em dança e instrutora do método pilates. Sob ameaça de perder o meu emprego, provisionei-me no CREF em “ginástica” e atualmente dou aulas de “alongamento e consciência corporal” e “Pilates” (mat pilates e aparelhos). Gostaria de saber se legalmente posso estar protegida, já que sou provisionada em ginastica mas dou aulas de mat pilates. Obrigada 

  12. 11 de dezembro de 2011 at 0:42 · Responder

    Que vitória hein?Com base em “Uma boa orientação” o CREF/CONFEF vence mais uma! “Boa orientação”? Acreditem se quiserem! Uma boa orientação chama-se conhecimento e não “carteira de conselho” e quem esta irregular dando aulas, quem deveria ver é o MEC e o JUDICIÁRIO que são naturalmente graduados e detém conhecimentos específicos e autoridade pra poderem prender e fecharem “os irregulares” que detém um conhecimento parcial da real vocação de um educador físico. Quer manter o CREF/CONFEF longe de seu estabelecimentos e escolas em geral? Paguem-nos!  Querem ouvir uma piada? Atletas podem dar aulas desde que tenham mais de dez anos na área que atuam e acima de tudo que paguem o maldito conselho! Quando conhecimentos notaram? São “cientistas praticamente”. Basta pagar aquela “porcaria” de CREF/CONFEF e voilà.  É por isso que eu digo nesse país de covardes qualquer lei tosca sem nexo é cobrada a risca, num país que está entre os mais tributados e burrocráticos do mundo e agora tem mais essa, resta virarmos balconista, lixeiros, garis, chapas, estivadores etc.Você se forma, dá um duro danado pra se manter firme na faculdade e quando se forma não pode exercer. Brasil o país da “marcha ré” educacional e lideres isolados em leis infundadas, completamente idiotas e com base no que disse um delegado de polícia civil-SP “ se leis fossem respeitadas, o Brasil seria o melhor país do mundo pra se viver” se referindo a lei do “sem garupa” pra se andar de motos na capital SP, sem comentários senhores (as)! E realmente se pararmos pra pensar ter que pagar pra trabalhar com base em uma droga de lei inútil e infundada que não o condiciona a um melhor conhecimento, salários e acima de tudo um lugar prazeroso e seguro pra se trabalhar; além de não lhe proporcionar nada disso apenas mantém privilégio. Uma droga de carteira que nada mais é que um meio de vida, uma ponte pra ser mais exato, entre o que seria obrigação do estado fazer pra ter certeza que escolas de formação de educadores formem bons profissionais, isso sim é regulamentação da profissão, temos IPVA, IPTU, DPVAT, Pedágios, ICMS, Taxas e mais taxas e como  “solução” lhes “dão” um 13° que deveria ser retido na fonte visto que vai ser devolvido pra pagar tudo isso de imposto mesmo, além de maternos inúmeros privilégios, inclusive os 24 “cupinchas” como disse o Boris Casoy daqueles parlamentares bandidos e desocupados que deveriam eles cuidarem dos arranjos da “copa dos trouxas” que distrairá a grande massa de ignorantes com jogo de futebol enquanto morrem por falta de segurança, de saúde e acima de tudo burros com esse péssimo ensino que lhes são proporcionado! Temporários que ganham R$600,00/mês bem menos que os demais colegas PEB, têm que ser os únicos dentro do ensino básico a terem mais essa despesa, além de terem que ministrar aulas por escolas invadidas, isso mesmo, não são alunos e sim invasores e maus elementos que vão pra usarem drogas, jogar bola, roubarem, riscar e murchar pneus dos carros e andarem de bicicletas, isso mesmo, passam a bike por cima do muro com ajuda dos demais, entram na quadra pra jogar bola, dão boladas com chutes fortíssimos propositalmente nos alunos (as) e principalmente no (a) professor (a) que na maioria das vezes nem olha pra evitar perdas maiores e apenas escuta risos dos marginais, por outro lado diretor (a) que “morrem” de medo de chamar a PM, contudo o PEB ainda arrisca sair na rua e usar um orelhão pra chamar a PM e escuta do outro lado uma PM “mal amada” lhe “encher” que quer nome da rua onde não tem placa, endereço da escola como se tivessem varias é tanta “burrice” que pensamos se somos nós que estamos  um passo a frente dos demais e que acaba desligando na sua cara; e caso você consiga convencê-la que você está em apuros via COPOM a viatura nunca chega e se chega já se passaram três quatro horas e tarde demais. PF nos faça um favor? “Grampeia” o COPOM e depois nos diga o que foi que vocês descobriram! Meus parabéns aos nossos “juízes truões”, se pelo menos tivessem graça, porém são tão divertidos quanto um velório. Políticos com suas reformas e preparos pra copa estão fazendo uma “farra” com o dinheiro público inclusive reforma em cima de reforma e juiz que deveria coibir isso energeticamente faz “vista grossa”, senhores (as) meritíssimos (as) esse monte de avenidas que já foram reformadas por milhões e que estão sendo reformada, de novo, só pra um bando de estrangeiros que conhecem muito bem o Brasil dos catálogos internacionais de sermos o “paraíso das vadias” e que até exportamos essas “vacas da orgia” pra extorquir “retardados” do exterior que consomem esse tipo de carne de quinta, virem aqui passear em avenidas construídas com nosso suado dinheiro de imposto? Tem dó hein? Parem as obras e mandem a PxQxPx Ricardo Teixeiram, Ronaldo Nazário e toda a cúpula de pústula que estão esvaziando os cofres públicos pra ver um bando de semi analfabetos, improdutivos, pois não são pesquisadores, correr atrás de uma bola enquanto a população do Brasil “vendem o almoço pra comprar a janta”. E voltando aos conselhos; definitivamente conselhos além de serem uma coisa do passado deveriam ter sido extintos há anos, estão ultrapassadíssimos e só mantém salas com ar condicionados funcionando e fiscalizações que não mais são que “deixa eu ver se você está com sua anuidade em dia”. Agora analisem isso: Se dentro da enfermagem atendentes, auxiliares e técnicos tem que pagar conselho como se fossem graduados em enfermagem vamos estender isso pra policiais civis e militares, escrivães de policia, atendentes do fórum, oficiais de justiça, carcereiros (as), guardas municipais, vigilantes etc. Pelo simples fato dos mesmos serem da área de segurança e estarem numa área do judiciário que tem normas regidas pelo conselho de classe da OAB. E engenharia e arquitetura que paga o CREA? Seria correto cobrar de mecânicos de auto, funileiro eletricista de auto etc? Na construção civil que também esta subordinada ao CREA, seria prudente ou correto cobrar de serventes, pedreiros, pintores, carpinteiros, ferreiros etc? Aliás, prédios com sondagem de 12 metros que tem seis de pedra e o restante com concreto que nem usinado é, pois, sai mais barato, fios de “alta tensão” que não suportam se você ligar ferro de passar, chuveiro e secador de cabelo e desarma na hora a chave geral, rachaduras, infiltrações e inúmeros outros vários problemas e quem denuncia sempre é a mídia, ou o morador ou consumidor e quem acata são sempre autoridades competentes, ou seja, o judiciário com boletins de ocorrência, representação do ministério público, ordens de juiz (a) e uso da força se necessário por policiais. Viram como CONSELHOS DE CLASSE SÃO INÚTEIS, É PURO COOPERATIVISMO, ENCOBREM DENUNCIAS GRAVES ENFIM É PURO MEIO DE VIDA, se tem alguém que deveria receber anuidade seria o judiciário, visto que a última palavra são a deles (as), não concordam?  Senhores (as) deem um basta? Não tem nada a ver não é? Verdadeira loucura ou delírio por nossa parte, não é mesmo? Vai agora a um posto perto de sua casa e tenta agendar uma consulta, pois consultar na hora não existe isso, nem mesmo se você estiver morrendo, tenta agendar uma consulta com oftalmo, derma, otorrino, ortop, hebiatra, procto etc. Não existem essas especialidades em postos e muito menos pra agendamento e a farmácia do povo que não se faz prevenção nesse “maldito” Brasil você tem que pegar fila com senha e isso quando acha seu remédio, e se você tem convênio é mais “trouxa” ainda, pois, se tiver algo básico como uma ressonância magnética pra fazer você tem que pedir pra juiz, pois mesmo com plano de “saúde” você não consegue, plano de “saúde “ é só pra gripe e resfriado e a medicação é por sua conta, que país é esse hein? Pagamos “rios de dinheiro” com impostos pra vagabundos fazerem campanha na tevê que tem “dose certa”, inúmeros postos “atendendo” a todo vapor e isso e mais aquilo, nem empirismo nem utopia seria sensato chamar isso, é mentira demagógica sem vergonha mesmo! Salete, Kajuru, Boris, Joelmir, Datena, Garcia, Nêumanne, Jabor, Heródoto nos ajuda aí vai? E isso vale pra todos, conhecemos médicos cubanos que dão um banho de conhecimento e resultados sem “arrancarem” até o último tostão dos pacientes e são impedidos de trabalharem, mesmo estando anos luz da “provinha do conselho de classe” por não serem formados aqui, ou por não terem prestado a provinha da “escolinha do Profº Raimundo” do conselho dos meds;  e isso vale pra formados aqui também, por que ter que pagar por algo legalmente conquistado com um “suado” diploma e em muitos casos regado de muito conhecimento cientifico? Querem algo legal de se fazer? Faça com que todos os formados e formandos (desde primeiro ano obrigatoriamente) prestem anualmente uma prova específica dentro de suas especializações ou disciplinas dos respectivos anos a que se encontram e diante de uma aprovação deem aval funcional sem conselho, fora conselho e sim com aval do MEC, uma licença como a que temos que renovar dos veículos automotor, só que bem mais em conta que a que pagamos. Até quando vamos ficar vivendo no século XX, ou talvez XIX? Só lamentamos que nesse último tivéssemos homens de verdade, e guerra era uma questão de bom senso pra impor suas opiniões; foram mais de vinte cinco sangrentas guerra, nem pra isso prestamos mais, cadê os homens de verdade?   Lamentável!
    Nota: Pra ter dado causa favorável ao CREF/CONFEF só poderia ter sido juízes, pois temos uma vaga suspeita que isso são coisas de juízes e não de juízas.

    Obs. Temos diploma, conhecimento e competência técnica; pra que uma carteira de conselho que não foram os responsáveis pelas nossas conquistas e sim pelas nossas perdas?
     

  13. Melina
    11 de março de 2013 at 22:19 · Responder

    Entao, quer dizer que uma pessoa sem ser graduada pode dar aulas em academias de dança? Ou até mesmo, abrir uma?? 
     
     Gostaria de mais informaçoes!

  14. Monica Mesquita
    15 de março de 2013 at 14:28 · Responder

    Melina,
    Graduada em que?
    O único curso superior que forma especificamente professores de Dança é uma Graduação em Dança (Licenciatura). Pertencente à área de Artes.
    Uma graduação em educação física NÃO forma professores e/ou profissionais de dança ou de qualquer tipo de atividade artistica. (As graduações em Dança, Teatro, Música, Artes Visuais e Audiovisuais pertencem à área de Artes).
    Esclarecendo que Arte e Educação Física são áreas completamete autônomas e diferentes de conhecimento humano. Com objetivos de intervenção diferentes e abordagens distintas além de terem formação profissional diferentes.
    O uso da dança na educação física é apenas como uma atividades física instrumental,  visa emagrescimento e condicionamento físico, por exemplo as ginásticas aeróbicas travestidas de dança, como aeroaxé, aerofunk, aerojump, dentre outras…
    A Dança, enquanto expressão ou  linguagem corporal cênica, artistica, coreografia, ou  apresentações de espetáculos, inclusive na escola, não tem nada a ver com educação física. E sim da Arte.
    Lembrando que profissional de educação física não é profissional de Arte.
    Os CREF´s e CONFEF são entidades representativas da área da educação física e saúde. Portanto não tem nada a ver com a área de Artes.
    Os profissionais de Artes-Dança tem seus próprios sindicatos e entidades representativas próprias, como o Sindidança e o Sated. No caso dos professores de Dança, temos  a FAEB Federação dos Arte Educadores do Brasil,, dentre outras.
    Se você é uma profissional de “dança”, e da arte (bailarinos, dançarinos, coreografos, maitre e professores destas atividades) não tem que se registrar em CREF nenhum. E se está sendo ameaçada por algum CREF ou CONFEF de educação física denucie.
    Agora se você é profissional de educação física e trabalha por exemplo em academia com atividades de ginásticas  travestidas de dança como aeroaxé, jump e outras similares. Me parece que tem que ser registrado sim. Afinal neste caso a pessoa não é professor ou profissional de dança e sim de educação física.
    Espero ter esclarecido.
     

  15. Lays
    10 de agosto de 2014 at 13:15 · Responder

    Olá,

    Sou dona de uma academia. e estou muito preocupada com as fiscalizações. Tenho uma professora de Zumba que não é graduada em Educação Fisica e nem tem registro em DRT…e essas coisas… e ainda tenho um professor de Lambaerobica ou todos os ritmos, como falam por aí, também sem graduação ou qualquer outro curso. Corro algum risco de ser multada por essas fiscalizações. Como posso regulamentar eles?
    Obrigada pela ajuda. estou muito confusa, pois vários sites dizem coisas diferentes.

  16. andrea
    3 de junho de 2015 at 13:36 · Responder

    ola! sou bailarina, tenho DRT, e dou aulas na área de dança (ballet, jazz, street) há mais de 10anos. Há 2anos me formei em PILATES (estúdio e solo). Vi em alguns posts aqui que bailarinos podiam dar aulas de pilates. Como esta a regulamentacao agora? Preciso fazer bacharelado de educacao fisica pra poder dar aulas? O que significa ~”provisionei-me no cref em ginastica”~ (comentado acima)?
    Alem do DRT, e da formacao em pilates, fiz cursos livres de psicomotricidade, Anatomia do sistema locomotor | Sistema esquelético | Sistema articular | Sistema muscular | Sistema Cardiorrespiratório | Sistema de alavancas | Cargas mecânicas e Piezoeletricidade | Sistema articular | Ações musculares | Propriocepção | Tipos de alongamento | Tipos de força | Linha gravitacional | Cadeias cinéticas | Boa postura (fio de prumo Pilates x dança) | Liberação Miofascial | Psicologia da educação | Sociologia aplicada | Corpo x Mente (compreender comportamentos sócio afetivos, para analisar e intervir na produção de desenvolvimento psicomotor). Mas cursos livres, nao reconhecidos pelo mec, me ajudam em algo, no sentido de regulamentar-me a dar aulas de pilates?
    Me sinto muito frustrada, pois sei de minhas habilidades e conhecimento adquirido em quase 30anos de estudos de dança (que melhor aprendizado que sentir no próprio corpo cada músculo sendo trabalhado em cada movimento executado?)
    Vi recentemente sobre um congresso internacional de pilates, onde alguns dos líderes mundialmente famosos que lecionaram, nao sao educadores fisicos, nem fisioterapeutas, alguns sao bailarinos, alguns formados em curso superior de dança, outros em Laban, outros apenas bailarinos profissionais, e isso basta. Na Europa e EUA, entendem que um bailarino está apto a ser instrutor de pilates, se fizer a formacao em pilates! Nao precisa fazer formacao em educacao fisica! A propria formacao em pilates te habilita!
    Aqui no Brasil, meus 30anos de dança, meu DRT, 10anos lecionando, e a formacao completa em Pilates nao servem de nada se eu nao fizer bacharelado em educacao fisica? Preciso esperar 4anos pra poder exercer a profissao?

    Por favor alguem sabe se existe um caminho mais facil? Grata!

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